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Bebo sorvos amargos do teu trago
E me adoças a boca, chimarrão
És amargos e caliente como o beijo da china que deixou o meu rancho
Na bomba emocional dos teus lábios
Houve um final de combate
Apertei-a como a cuia entre as mãos
Então bebi o meu ultimo mate
E vi logo no tição dos teus olhos
Uma cambona derramar-se em lágrimas
Senti então meu coração em soluços
Quando ela sumiu-se na curva da estrada
Também chimarrão, tu soluças
Quando a água termina
Por isso eu bebo amargura em teu trago
E me adoças a boca chimarrão
Chimarrão...
Na bomba emocional dos teus lábios
Houve um final de combate
Apertei-a como a cuia entre as mãos
Então bebi o meu ultimo mate
E vi logo no tição dos teus olhos
Uma cambona derramar-se em lágrimas
Senti então meu coração em soluços
Quando ela sumiu-se na curva da estrada
Também, chimarrão, tu soluças
Quando a água termina
Por isso eu bebo amargura em teu trago
E me adoças a boca chimarrão
Chimarrão...
(Cesar Oliveira)
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